Este blog contém pus!

Cheiro a cavalo

Ao ler este artigo está a doar 5 cent. a uma conta humanitária sediada na Suíça*.

 

Longe vão os tempos em que os odores emanados pelo corpo humanos eram vistos… perdão… cheirados de forma repugnante.

Se por vezes poderá estar dentro do limite do aceitável quando numa actividade física sem jockeys se sente um ligeiro aroma, uma fragância mundialmente reconhecida como o cheiro a cavalo, esse aroma propagado para o local de trabalho fica, como direi…(?) Bem, talvez até vocês o consigam definir, cheirar e repugnar melhor que eu pois ando um pouco constipado. Inverno e tal. Mas basicamente fica insuportável e se temos que o fazer entender a um colega para nosso bem, parece que é para nós que fica constrangedor. Então se for um colega do sexo masculino  poderemos até esperar um sorriso maroto, de algo parecido a uma vitória. Mas temos que o dizer. Coiso, desodorizante. Se faz favor.

Se for a UM colega do sexo feminino… Bem! Nem quero pensar nisso.

No entanto há notar que estes tipos de odores corporais (*aparte* odor corporal, onde já ouvi isto??) já foram aceites e úteis em sociedade, quer nos preliminares ao acto de acasalamento, quer na demarcação do território. É certo que alguns de nós ainda não eram nascidos quando tal aconteceu, mas isso não é razão para dizer que não aconteceu. Está nos livros! E se os leitores pensarem um pouco, de certeza que até se lembram do famoso, do infame, do ignóbil, do peidinho da avó.

Pois bem, e agora no que me faz parecer um regresso a esse passado e a um odor mui popularizado por vários artistas de nomeada, até de outras formas de arte, como gastronómica ou musical, os grandes criadores de perfume voltaram-se novamente para as essências corporais básicas. E quando eu digo básicas… BEM!

 

Ele há coisas que não saiem de moda! 

 

* Acontece muitas vezes quando se diz Suíça e Suécia muitas vezes seguidas e alternadamente se acaba por dizer Suícia. No entanto, isso é um erro e esse país não existe. A Suícia nada tem a ver com a Suécia e a Suécia nada tem a haver da Suíça, pois lá não se guarda dinheiro de contas humanitárias secretas e não se canta o tirolês.

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