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estudos

Canhoto

Dia Mundial dos Canhotos.

 

“Estudos científicos indicam que os esquerdinos pensam mais rápido quando conduzem, praticam desporto ou jogam no computador”

in tvi24

Mais uma vez a realidade perto de si!

Eu não sou personagem para me gabar, mas, cada vez mais surgem provas daquilo que venho a apregoar desde que nasci. Sim, desde que nasci, pois sempre fui muito precoce… em tudo! Aliás a precocidade é algo que se tem mantido ao longo dos anos. E agora o que vem provar mais um estudo fidedigno? Simples. Que a minha capacidade de pensar o jogo com os pés torna-me simplesmente sou um jogador maravilhoso, ao nível dos melhores. Por isso é que o meu treinador quase nem precisava de me gritar: Eu quero que vás à linha e cruzes canhoto!

Isto até trás algumas dúvidas e há muito boa gente que estranha que eu seja canhoto e no entanto escreva tão mal. Mas mais uma vez isso tem uma explicação muito simples. Eu tenho uma caligrafia muito má, quase imperceptível porque sou dextro! No entanto, quando escrevo artigos no computador para o mundo internauta, faço-o com os pés. Isso e o jogo do galo. Daí a pergunta: porque é que só jogas com cruzes canhoto?

Como lêem, está tudo explicado.


O Trabalho – Estudo (2/2)

Artigo(s) relacionado(s): O Trabalho – Estudo (1/2)

Na primeira parte deste estudo debruçamo-nos principalmente por uma visão geral do trabalho e do trabalhador português em relação ao trabalho e trabalhador alheio. Esta perspectiva deu-nos bastantes indicações positivas para o futuro no sentido em que o trabalhador português é, forma geral, bastante produtivo*. Nesta segunda parte decidimos estender a roupa suja e analisar profundamente o que leva o trabalhador português a não se cansar durante o seu dia de trabalho.

Em estudos feitos lá fora foi indicado que uma actividade física regular e 8 horas diárias de sono poderiam prevenir esse cansaço. E esses estudos estavam e estão correctos, não sendo no entanto praticados pelo trabalhador português, o que mantém a questão: “Como consegue o trabalhador português manter o mesmo nível exibicional durante todo o dia de trabalho?”. Essa é a grande questão.

Sabendo ainda que as 8 horas diárias de sono não são cumpridas devido ao facto que mesmo durante a semana o pico máximo de actividade física do trabalhador português ocorre geralmente no  período compreendido entre as 1h e 2h da manhã, isso poderia até ser o busílis da questão. Mas não. Pelo contrário, explica as olheiras, os óculos escuros e um estado de cansaço permanente. O tal estado que se arrasta das 9h da manhã às 6h da tarde (isto para quem tem um horário de trabalho de 8 horas compreendido entre as 9h da manhã às 6h da tarde).

Ora, e aproximando a conclusão que está aí quase a bater ferros, apesar de verificado o tal estado permanente de letargia, como é que este não se degrada após horas de trabalho incessante? Trabalho esse, ao nível dos melhores da Europa e talvez do Mundo*. A explicação, conseguida após horas de matutação, de sono perdido e de actividade física nula foi a de que basta arranjar um vício.

Exacto. Um vício.

Basicamente, o que este estudo verificou foi que o trabalhador português desenvolveu ao longo dos anos um processo despoletado após impulso do cérebro quando sente o corpo a cansar-se ou mesmo a ganhar algum ímpeto de trabalho, o que provoca a saída do trabalhador do seu local de trabalho. Como aos primeiros impulsos o belo do trabalhador português apenas ficava no corredor a olhar para as paredes, com o aprimorar do processo foi ganhando uma rotina para passar o tempo. O chamado vício!

O segundo vício mais recorrente mas talvez o mais conhecido e estudado é o vício de fumar cigarros de venda legal ao público. No entanto, e em anexos posteriores iremos mostrar em situações curriqueiras outros vícios no local de trabalho, tais como a masturbação, o sexo, o jogo, as drogas leves, as drogas mais pesadas, o messenger, os cogumelos, os caramelos espanhóis e até o vício do trabalho. Como todos sabem, o vício mais recorrente, é o sobejamente conhecido, coçar da micose. Tal como neste, em que há que separar quem coça ocasionalmente a micose de quem faz ferida, também no vício de fumar há que separar o trabalhador fumador ocasional do trabalhador fumador viciado e exemplar de produtividade constante.

Soluções. O futuro.

Embora não seja o objectivo deste estudo encontrar soluções para que todos os trabalhadores estejam em pé de igualdade, mesmo aqueles que se cansam e têm decréscimo de produtividade durante o dia, decidimos fazê-lo. E como é nosso apanágio e não querendo ser muito radicais, mas talvez o que se deveria fazer aos fumadores inverterados e viciados era matá-los a todos. Mas como indicámos, não estamos aqui para encontrar soluções.

* ver artigo(s) relacionado(s)

O Trabalho – Estudo (1/2)

Acho que se trabalha demais em Portugal

 

Penso que deve haver estudos que demonstram por A + B que o trabalhador português não consegue somar letras e é aquele que na Europa, e talvez no Mundo, é o mais produtivo.

Ou senão, vejamos:

A) Das 8 horas de horário de trabalho o trabalhador português só terá que parar por cansaço apenas uns 5 a 10 minutos diários. 5 a 10 minutos! Volto a escrever, 5 a 10 minutos! Claro que temos que retirar dessas 8 horas cerca de 4 horas e 27 minutos em que o trabalhador previne esse cansaço com algum tipo de vício (e.g. fumar, coçar a micose ou coçar a micose com a mão oposta ao normal). De salientar ainda, a pouca importância que tem a leitura de e-mails de colegas, o uso do jogo de Solitário ou o teclar no messenger com apenas 1h37 a 1h38 gastos. A subtrair, os normais 13 a  64 minutos para tratar da higíene pessoal, como lavar as mãos ou fazer cócó e eis que, sobra ao pobre trabalhador português uma média de 1 hora e 17 minutos para trabalhar, sem descontar é claro, os 5 a 10 minutos. Volto a escrever, 5 a 10 minutos! em que o trabalhador poderá ter que parar por cansaço.

B) Portugal ainda não se afastou do topo da economia pois oiço sempre dizer que ainda continuamos no pelotão. «Portugal continua na cauda do pelotão internacional». Ou seja, como não há fugitivos, se formos bons nos quilómetros finais, e a Espanha nos lançar o sprint, ainda podemos ganhar a clássica. Ou isso, ou tomamos doping. Ou injectamos sangue de tartaruga. O que quer que for bom para chegar em primeiro. Acho que no ciclismo não se ganha nada comprando àrbritos. De qualquer maneira, e o que interessa salientar, é que o belo do trabalhador português continua na corrida!

Por isso, e convocando um silogismo perfeito.

O trabalhador português é aquele que em menos horas de trabalho, trabalha o mesmo que iria trabalhar se tivesse que permancer sentado à frente do computador, secretária ou máquina de coser. Ou talvez mais! E isto meus leitores, não está ao alcance de um qualquer trabalhador ou mesmo daqueles trabalhadores de outros países que se dizem evoluídos.


Dia de São Valentim

 

Em estudos* efectuados, as razões que historicamente levam a acabar um namoro, o esquecimento da prenda no dia de São Valentim está no topo.

Esqueçam todos os outros dias, os anos dela/e, o Natal ou dia de reis, o aniversário de namoro/casamento/união de facto, a Páscoa, o dia Mundial da Criança etc…

Esqueçam todos os outros dias e coloquem lembretes em todos os telemóveis, calendários, máquinas de lavar programáveis e sejam românticos. Só hoje… podem-se esquecer dos outros dias do ano.

Também são só 278.

365, acabei de ser informado. Mais um dia de vez em quando.

 

* patrocinado pela sociedade de comerciantes de flores, postais e restaurantes com velas em cima da mesa. 

 

 

 

 

Chiça… foi ontem!


Gene Hackman

Não vou discorrer muito sobre mais uma noticia de MAIS UM! estudo que prova. Sendo que este até acho que faz algum o sentido, embora ainda não me tenha debruçado atentamente sobre seus os aspectos mais técnicos. Mas desde já, há um ponto a favor. É um estudo sueco! E toda gente sabe que aquela gente que vive no frio e só tem sol no máximo durante 5 horas por dia em 4 meses do ano, é natural que quando têm que puxar um tema de conversa, estudo ou investigação, esse tema seja invariavelmente sobre sexo. Não que isso seja mau, e aliás até é bastante salutar, principalmente para quem em grande parte do dia só vê renas e gelo, gelo e renas. E vikings. E foi numa destas pausas que uns quantos investigadores suecos resolveram tentar explicar (presumo eu) às suas mulheres a razão das suas escapadelas a meio da noite com desculpa de ir pescar atum. E investigaram, investigaram, até que encontraram o gene, o alelo 334. E que cigano e malandro este gene é… pois os nossos cientistas conseguiram por-lhe a culpa em cima. A culpa de toda a infidelidade da Humanidade!… Esperem! Correção. Toda a infidelidade do Homem! Estou a imaginar que agora já haviam muitas pessoas, vulgo mulheres, a esfregar as mãos de contente. Mas alto! Apenas os homens têm uma razão, uma variável que eles não controlam que os leva a cometer actos impensados e irresponsaveis pelos quais eles não devem e não podem ser julgados. Culpem o gene. Culpem o alelo.

Já agora, e acreditando e parafraseando a jornalista da RTP que fez a reportagem sobre este estudo, “… os mesmos estudos já foram feitos em animais!” O que ela quis dizer com isto… Não sei!

 

Oi oi oi… Agora não me venham dizer que toda gente incia estudos para chegar às conclusões que quer e que este blog é extremamente sexista ao fazer referência aos mesmos. Este blog apenas está atento às modas, tentando sempre apresentar os vários pontos de vista em questão e colocando algumas referências, sem, de modo algum, querer fazer juizos de valor. Prova do mesmo, segue-se ainda uma outra referência a um outro estudo que data já de 2004:

“O professor Tim Spector, da Unidade de Pesquisa de Gêmeos do St. Thomas’s Hospital, estudou duplas de gêmeas e disse que se uma delas tivesse um histórico de infidelidade, as chances de a irmã também apresentar o problema seriam de 55%.”

 

n.d.b. Até ao fecho deste artigo, os investigadores e suecos deste estudo já tinham voltado para casa mas ainda dormiam no sofá!

 


E.T. e E621 aka Tex-Mex II e III

Nunca é de mais falar deste objecto. (<embeded>)<img> Segue-se foto do objecto (<embeded>)<img> em questão. O objecto (<embeded>)<img> não pode ser apreciado visualmente na sua totalidade, pois não se conseguiu redimensionar o objecto (<embeded>)<img> sem pixelizar o mesmo (<embeded>)<img> .

Doritos Tex-Mex

“Doritos Makes History With World’s First Extra-Terrestrial Advertisement“, sciencedaily.com

Para quem não percebe de inglês, um conselho, aprendam. Pronto, não quero ser bruto com vocês, basicamente, e o que tudo isto trata é do PRIMEIRO anúncio televisivo enviado para o espaço. PORQUÊ? Parece que após exaustivos estudos de mercado, campanhas de telemarketing e esgotado o filão chinês, a aposta parte para o espaço. Veremos se o investimento compensa.

Por outro lado estão algumas propriedades que fazem este produto viciante. Não sabe a cócó e tem o aditivo (E621). Se me perguntarem qual dos 2 será mais importante para o sucesso do produto não vos sei dizer, porém sei que quando experimentei e me viciei neste produto, não senti falta do 1º e não identifiquei o 2º. Apenas me disseram que lá se encontrava presente.

Para finalizar e se não sabem onde podem encontrar este produto, aqui fica uma dica.


Não há estudos que provam!

Este dia estava para chegar, ou quase.

diario.iol.pt/…/leite-estudo-alimentar-autoridade-europeia

Foram precisos vários anos para que fossem rebatidas as “provas” dos estudos. Finalmente apareceu em noticia, que não há estudos que provam! Sim tudo bem, ainda é um, estes estudos não são conclusivos/suficientes… Mas é um passo de gigante (ou um salto do Nelson Évora)! Eu já era para escrever que há estudos que provam que há estudos que provam. Agora pelo menos, já posso dizer que há estudos que provam, que há estudos limitados, que há estudos que não chegam a provar, que há estudos inconclusivos, que há estudos dúbios… ou mesmo que há estudos fraquinhos. Espero qualquer dia poder vir a gritar no meio da rua a alto e bom som sem medo de represálias que “não há estudos que provam!“. E se houver eco, melhor. Vou-me sentir feliz por isso.

www.efsa.europa.eu/Doc.1 e www.efsa.europa.eu/Doc.2

Por agora, há estudos que não provam, e um até breve.