Este blog contém pus!

pensativo

E ao 3º dia descansou!

Se o domingo fosse sábado, será que iriam haver dois sábados ou será que a semana seria composta por sábado, segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira e domingo? Será que as Bíblias iriam ter uma nova edição em que trocavam a página 12 com a 11? Ou será que o senhor não descansaria? Se domingo à noite fosse sábado e parecesse com 6ª à noite será que o dia seguinte iria parecer domingo mesmo sendo sábado? Será que se domingo fosse sábado o dia seguinte seria sempre sábado? Será que a semana se iniciaria com um sábado, acabaria com um sábado e no decorrer da mesma haveriam 5 sábados seguidos? Será que desse modo não haveria necessidade de haver semanas?

Não haveria necessidade de chamar os dias da semana por 1º sábado, 2º sábado, …, i, …, 9º sábado da semana. Se houvessem só sábados, também não haveria sentido em chamá-los de sábados. Não valia a pena dar-lhes nomes de dias de semana. Passavam só a ser dias do mês. 1º dia do mês, …, i, …, 28º dia do mês. Se o domingo fosse sábado, e assim só houvessem sábados mas que não eram chamados de sábados e eram uns quaisquer dias do mês haveriam pessoas que só trabalhariam aos dias pares, outras aos dias ímpares. E ímpares não no sentido de serem especiais, pois se dois em dois dias os dias fossem especiais seria muito cansativo e não se iria conseguir trabalhar aos dias pares. De certeza que haveria pessoas a trabalhar às dezenas e às dúzias. E às quinzenas. E talvez aos milhares.

(i=1, de 1 a alguns)

Se hoje e nos dias seguintes fossem só sábados, iriam parecer domingos pelo menos até à hora do almoço e sextas-feiras do jantar até à meia-noite. Entre o almoço e jantar iria parecem sábados à mesma. Estaria-se a vulgarizar os sábados e a imortalizar os domingos. Provavelmente as pessoas iriam ansiar viver um domingo. Eu, se soubesse que todos os dias eram sábados podia pensar que estava de férias. Mas, se estivesse de férias, qualquer que fosse o nome do dia seguinte, anterior e o de hoje estaria de férias na mesma. Mesmo que todos os dias se chamassem terça-feira. Por exemplo, o senhor podia descansar à terça-feira. Ou à sexta. No entanto se o senhor se chamasse Crusoe seria esquisito ele descansar à sexta. Mas podia dar férias ao Sexta-feira.

Talvez amanhã não seja nem uma segunda-feira, nem um domingo qualquer, nem um sábado. Talvez o dia de amanhã seja um dia de férias!

 

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Malditos foliões!

Malditos foliões!

Um pouco da vossa atenção por favor… Por favor!?

Para brincar no Carnaval estão cá todos, agora quando é para varrer os confettis, serpentinas, tampões, recibos verdes, bikinis e cinzas já têm que ir trabalhar!??

Pois! E é precisamente após esta época de reboliço, cor e mulheres desnudadas a temperaturas muito baixas que algumas até ficam com partes do corpo retesadas que quase pensamos que poderão ser estrábicas que estes problemas devem e têm que ser discutidos, e mais que tudo, resolvidos.

Porque é que no Carnaval usamos tantas cores e depois deixamos os recibos… verdes? Estamos à espera que amadureçam? Porque não dar outra cor aos recibos… verdes? É natural que depois já não seriam chamados de recibos verdes, mas sim de recibos-antigamente-chamados-de-recibos-verdes-mas-agora-da-cor-que-combina-com-a-camisa. Ou isso, ou recibo de pessoa que não tem direito ao 13º mês de salário. E subsequentes. E subsídios. E… Penso até que foi isso que sugeriu o Paulo! Sim, esse mesmo, o Paulo Portas!

Mas passar o Primeiro Ministro e ministros e deputados e secretários de Estado e secretárias e motoristas para recibos coloridos podia causar alguma confusão. Com tanta cor até ia parecer o Carnaval. Eu mesmo, pessoalmente, nunca percebi porque se ganha mais salários do que meses no ano mas isto está feito assim, o que é que querem!? Por mim seria, pão-pão, mês-mês. E não havia férias! Havia Carnaval, mas não havia férias!

Agora, e pondo de lado por momentos estas idéias utópicas e concentrando-nos nas opçãos reais para 2010-2011. Que cores devemos usar? Eu escolheria várias, para todos os dias poder fazer pandã! Mas vocês é que sabem.

  • Azul: harmonia, austeridade, monotonia, liberdade, saúde;
  • Branco: pureza, inocência, paz, rendição;
  • Castanho: seguro, calmo, rústico, estabilidade;
  • Cinzento: elegância, humildade, respeito, subtileza;
  • Laranja: energia, criatividade, equilíbrio, entusiasmo;
  • Magenta: luxúria, sensualidade, feminilidade, desejo;
  • Preto: formalidade, morte, mistério, azar;
  • Roxo: alegria, felicidade, idealismo, fraqueza, dinheiro;
  • Verde: natureza, fertilidade, juventude, ciúmes, ganância, esperança;
  • Vermelho: paixão, força, energia, amor, liderança, revolução;
  • Violeta: espiritualidade, criatividade, sabedoria

Olhem, que engraçado. Se calhar o recibo de pessoa que não tem direito ao 13º mês de salário é verde porque é a cor da esperança que a situação mude. Que engraçado. Parece o Carnaval. Engraçado e verde. E azul. E amarelo e vermelho. E cor de pêle… quando…

Ahh! E quanto aos foliões…

Benditos sejam!


Silogismo Mais-Que-Perfeito

 

 

Tenho andado muito pensativo. E quando assim é, em tudo o que oiço, vejo ou toco encontro um padrão, relação ou lógica… por vezes até onde não existe.

No entanto, no caso que vos venho demonstrar, existe um silogismo mais-que-perfeito! Aliás, um silogismo mais-que-prefeito como o tempo verbal, e não, como algum presidente de Câmara do Brasil. Este silogismo que vos trago vem pôr cobro a uma dúvida inquetante da nossa sociedade. Dúvida essa, que nem mesmo grandes matemáticos, físicos ou biólogos conseguiram responder. Nem mesmo bioquímicos ou táxistas! Este silogismo pega numa frase de um qualquer pensador livre e numa constatação prática e transforma uma incerteza… em um dogma!

Este silogismo prova que também existem morenas louras!

“Existem morenas boas como o milho.”
 O milho é amarelo.
 Logo, existem morenas louras!

Ou loiras, se preferirem.


Uma sesta

Acho que vou passar pelas brasas… Bem, mas se for só para passar por elas enquanto estiver a dormir… prefiro ficar acordado! 


Bom Ano!

Hoje,  e penso que pela última vez nos próximos 333 dias desejaram-me um “Bom Ano!”. Agora, acho que só quando se estiver a aproximar o 2011 é que vão voltar a chover propostas como esta!

O que já todas as pessoas devem ter pensado é:

Até que idade pensas divertir-te e até quando se deve desejar um “Bom Ano!”?

Penso que os menos rebeldes já terão estabelecido mentalmente que só se deve desejar um “Bom Ano!” até dia 15 de Janeiro e que só deverão recomeçar a 15 de Dezembro.

Eu cá, sendo o radical que sou, acho que se devia desejar um “Bom Ano!” durante todo o ano! Claro que felicitações pontuais até se podem sobrepôr, como umas “Boas Férias!”… mas nunca devemos descurar o “Bom Ano!”. Até Junho será um “Bom Ano!” referente ao que falta percorrer do mesmo, e, a partir de Julho será já o desejo de um próximo “Bom Ano!” cheio de felicidade e paz no Mundo. Isto porque nunca sabemos quando será a última vez que nos cruzamos com os nossos amigos, conhecidos, coisas e animais.

O que poucas pessoas devem ter pensado é:

Nunca sabemos quando pudemos ser atropelados por um tractor!

A todos, um “Bom Ano!”


O avô cavernoso

Hoje: o avô cavernoso instituiu a chuva.

Ratificação: até parece que é Inverno!

Persignou-se
Ninguém o chora agora
Perfumou-se

Pensamento: Vinte mil léguas de virgens vieram

Devagar: Até que se ouvem gritos, matinadas



Balanços

Visto que balanços para a década em que ainda permanecemos, a dos 00’s (zeros), nasceram pareciam cogumelos no final de 2009, eu fazia aqui um pequeno apelo ao Vaticano:

Pedia para fazer uma pequena alteração na Bíblia, dando a indicação que o Cristo nasceu em -1 A.C. (antes dele próprio!) e assim estes balanços já ficariam todos correctos. No fundo, é só para dar mais jeito. Esta década teria acabado há cerca de 100 horas atrás e não daqui a 360 e tal* dias!

Existirá algum problema do Cristo ter morrido aos 34 e não aos 33?

 

* depende se o Vaticano quiser alterar além do ano, também o dia do nascimento do menino para dia 29 ou 30 de Fevereiro


Aí, à porta!

Queria evitar ao máximo falar do Natal.

Acho que cada vez mais se tornou uma febre consumista em luta directa com a gripe sazonal e que nem a recém-aparecida gripe A a consegue destronar dos primeiros lugares das audiências. Seja entre anúncios de brinquedos a promoções de Natal que começaram desde Novembro parece que a Maria do Jesus teve um parto difícil e prolongado.

Portantos, é mais que inegável que o Natal já está aí à porta.

Dito isto, ontem pareceu-me ouvir qualquer coisa e fui ver espreitei, mas quando abri não estava lá nada nem ninguém. Se calhar, o Natal ainda só está aí e ainda não chegou aqui.

Portantos, parece que vou ter que esperar no mínimo mais uns dias.


Inimputável, o palhaço

Sinto-me deslumbrante! Ou melhor, deslumbrado…

As sessões políticas que os nossos deputados eleitos promovem são cada vez mais empolgantes e dignificantes para a classe política. Ainda sou do tempo em que as discussões, políticas no caso, quer no hemiciclo, quer em comissões parlamentares eram algo de aborrecido e entediante. Não só as nossas pálpebras tinham a tendência a fechar, bem como a cara de alguns dos nossos deputados mostrava cansaço e um ligeiro sinal de soninho!

Paulo Duarte demitido do comando do Le Mans  >>>  ver mais

Felizmente, uma nova estirpe de deputados estão a despontar para o estrelato e começam também a dinamizar os restantes pares. Este ano estamos finalmente a assitir a política verdadeira! Já tinhamos assitido a deputados e ministros a brincarem aos filmes na assembleia, aliás, quem não terá ficada na memória com a interpretação gestual do filme “Touro Enraivecido”?

E agora, no findar do ano, altura em que já ia escrever ao Pai Natal a pedir mais um ano cheio de boa política, somos brindados com mais uma discussão de alto calibre presenteada por Maria José Nogueira Pinto. Sim! A mesma de outros êxitos, tais como “Eu sei que tu sabes que eu sei que tu…” lembrou-se agora de fazer um remake de um clássico: Palhaço!

 

 

Sem dúvida alguma, a política portuguesa, o parlamento português e os seus deputados estão finalmente a caminhar para um futuro animador e risonho.


TXDRM II – Encarnación

No outro dia dei de focinho com esta imagem.

Se soubesse que isto estava na moda, em vez de ter ido a um ponto comercial de origem sueca com as siglas I, K, E e A; não necessariamente por esta ordem, teria juntado (sim! juntado) o meu Bobi e o meu Tareco e feito uma mesa de cabeceira. Literalmente.

Claro que ao ver uma imagem destas começamos a pensar.

Será que taxidermia também é uma forma de encarnação, ou será o contrário?

¿ Encarnação de forma uma é também taxidermia ?

 

Será que podemos encarnar em animais? Num só ou em vários? E será que os animais também podem encarnar em nós? Lembro-me ligeiramente de algo parecido entre uma futura-ex-deputada e um cavalo, branco de sua cor, mas não sei em que classe colocar essa imagem. Para dizer a verdade, mesmo nas imagens turvas não acho que o cavalo tivesse empalhado ou possuído.

Mas se pouco sei de taxidermia, ou melhor, apenas sei que não será uma doença de pele dos táxistas, o que até seria bastante provável pois andam o dia todo com as mãos no cabedal à volta do volante e, quase nunca se sabe onde é que o bicho andou, muito menos sei de encarnação.

No fundo continuamos na mesma,

¿ O que é a taxidermia ? ¿ O que é a encarnação ?

 

A única coisa que se pode dizer é que o Bairro da Encarnação já existe.

Mas também verdade, é que já existe o Bairro Alto.

Bem, talvez este video possa esclarecer um pouco melhor estas questões:


Previsões furadas

Ele há coisas que nos fazem pensar.

 

A fazer fé nas previsões o tempo pode mudar a qualquer altura.

in RTP

Ele estava-se a referir ao tempo metereológico.

Qualquer outra mudança de tempo. Aqui!


Um assunto muito grávido

Lembrei-me de falar sobre grávidas. Não sei a razão. Não é um assunto que me diga minimamente respeito. Devo até salientar que não estou, nunca estive e nem sequer penso em ficar grávido.

No entanto existem pessoas que ficam grávidas e ficam grávidas porque querem! Como tal é possível é que não compreendo. Se tudo continuasse igual ainda entendia, mas não, tudo gira à sua volta e ainda deixam um rasto de destruição, complicação e desinfecção à sua passagem. Deve ser por isso que os furacões só têm nomes de grávidas!

É que tudo fica diferente. Até o tempo é diferente para as grávidas. Por exemplo, se perguntarem a alguma grávida qual o tempo que estará amanhã, ela provavelmente vai responder que no dia seguinte estará de 16 semanas desde a altura da concepção! O que não percebo é porque não dizem que estão grávidas de um terço de 1 ano? Ou de 4 meses? Ou mesmo de 120 dias ao invés de pronto pagamento? Não! Têm mesmo que falar em unidades semanais. Tem que ser 16 semanas!

… ou 4 períodos, mais coisa menos coisa. Mas também, como mando mais mensagens do que telefono, fiquemos pelas 16 semanas.

 

E depois todo o processo criativo e problemático em torno do nome de uma simples criatura que é um bebé? Porquê tanta confusão? Porque não só marcá-lo com um ferro a escaldar ou fazer lacerações na pele como se faz em outras culturas? Porque não dar-lhe o nome do melhor amigo/a do mundo ou, simplesmente dar-lhe um número, género código de barras? Isto até facilitaria caso tenha ou venha a ter muitos filhos ou melhor ainda, caso a criança se perca num hipermercado.

É favor a mãe da lata de feijões 500 ml, código 63-5694-258 vir buscá-la à caixa central. Mãe à caixa cen-tral! 

A grávida no fundo é uma coisa que até para se vestir arranja complicações.

Devo usar a saia puxada abaixo da barriga a mostrar aquele espaço entre as duas nádegas ou usar a saia puxada por cima da barriga e usar suspensórios?

Porque não usam apenas túnicas em vez de se preocuparem com calças elásticas ou em desapertar dois botões? De qualquer maneira vão ficar sempre mais gordas durante a gravidez e nada lhes vai servir!

E no final de tudo isto e muito mais, ainda querem os crédito por terem umas horitas de trabalho de parto!!? Poxa, não fazem nada durante 9 meses e ainda querem créditos!? Ponham moeda! Eu aliás, sou da opinião que deviam era trabalhar até ao dia do parto e depois serem completamente sedadas e deixarem os médicos trabalhar à vontade e sem gritarias. É que além de serem comodistas e não quererem trabalhar ou fazer algo parecido, ainda têm desejos. Desejos e críticas. Desejos críticas e lamentos. Desejos críticas lamentos e desejos.

Ai, não consigo levantar pesos!

Não ficasse grávida!

Ai, dóiem-me as costas.

Não ficasse prenha!

Ai, quero pernas de frango recheadas com farinheira.

Não ficasse grávida!

Escusado será dizer que assim se acabava com a fome no Mundo!


Dia de reflexão

Primeiro, um alerta sério para os jovens votantes do dia de amanhã. Apesar de hoje ser o dia de reflexão, por favor não se coloquem à janela á espera que os raios ultra-violeta façam ricochete.

 

Ai os jovens de hoje em dia.

Pode-se ouvir por diversas vezes os cidadãos seniores a murmurar em jeito de crítica. Talvez como que a culpar pela situação actual do país… acho eu.

Ai os jovens de hoje em dia, sempre à janela ainda apanham câncaro.

A verdade é que ontem estive a pensar. Sei que foi um dia antes da data prevista, mas foi uma espécie de dia de reflexão do dia de reflexão. Mas não tenham medo, não vou estar por aí a pensar todos os dias. Isto não é viciante… acho eu.

Começando. Estive a pensar que quem for votar agora pela primeira vez terá cerca de 20 anos, mais 2 anos, menos 2 anos. Isto, exceptuando se for ucraniano e aí pode ter a idade de um professor ou médico que trabalha nas obras ou se for de origem africana e aí a idade já depende da qualidade da catana e de quando foram registados. Atenção que, esta piada de índole racista não faz parte de nenhum programa de algum partido político… acho eu.

Cronologicamente falando, os jovens de hoje em dia terão nascido fruto dos últimos (primeiros) 35 anos de democracia e liberdade. Há quem diga mesmo que esses jovens terão nascido porque os seus pais fizeram o amor mas eu não acredito muito nessa versão e prefiro a minha versão romântica.

Continuando, se os pais dos jovens de hoje em dia viveram a sua vida adulta a poder votar e escolher livremente o futuro do nosso país devem-nos aos seus avós que fizeram o 25 de Abril. Bem, o 25 de Abril já existia, eles apenas resolveram fazer uma revolução e criar um feriado nesse dia. Há quem dia até, que esse feriado apenas foi criado para que os seus filhos pudessem votar em consciência mas… eu não acredito muito nisso. Se eles soubessem o que a consciência dos seus filhos andou a lixar nos últimos 30 anos de escolha livre acho que teriam preferido passar o voto logo os seus netos, os jovens de hoje em dia e deixavam os filhos escolherem mais tarde quando fossem conscientes… acho eu.

Concluindo, jovens de hoje em dia, tenham cuidado com os raios UV, dêem uma boa deliberada e amanhã votem com muita consciência.


Atlético

 

«Pára de correr ou ainda te aleijas»

by minha mãe, quando eu era pequeno e traquina           

 

Claro que existem os chamados clubes “grandes” de Portugal, clubes com imensa história e riqueza, clubes com imensos adeptos, clubes como o Benfica, o Sporting ou o Porto. Mas depois existem os históricos, e assim de repente consigo-me facilmente lembrar de 2 ou 3, como o já extinto e recém criado Salgueiros… o Operário… o Atlético… o Barreirense… o Académico de Viseu… o Carcavelinhos… o União de Lisboa… o CUF… o Riopele… o Oriental… o Caldas… o Pescadores da Costa de Caparica… o Sporting da Covilhã… o União de Tomar… o Real Ginásio Clube Português… Enfim, clubes que à sua dimensão foram grandes mas por uma razão ou outra nunca conseguiram dar o salto para vôos mais altos. Presumo que parte da razão foi mesmo essa, que esses clubes apenas saltaram e nem chegaram a bater as asas, mas quem sou eu para questionar Darwin. Entretantos, a minha atenção neste momento perde-se mais por um. O Atlético Clube de Portugal. Contudo, a razão desta minha preferência era desconhecida e até há uns dias não a conseguia explicar, mas heis que, durante a minha última visita ao psicólogo houve alguns avanços. É que tenho estado a experimentar o método da hipnose e regressão não linear a eventos passados da minha vida para tentar perceber algumas das razões para eu ser como sou. Mudar já se mostrou impossível! No entanto auguram-se descobertas impressionantes no domínio do recalcamento. Isso e da razão do meu recente fascínio (facínio) por um clube tão… preto e branco… quero dizer, histórico! E não é que esse carinho já vem do passado? Como tenho viajado e relembrado momentos da minha infância, foi num desses clarões de lucidez e memória que me lembrei da minha mãe e das suas conversas com as amigas…  

 

«Ele anda sempre a correr, é tão atlético

by minha mãe, quando eu era pequeno e traquina           

 

Por isso, e como é agora óbvio, o carinho que tenho por esse clube não é actual e já vem de longe. É que eu sou atlético desde pequenino!