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A carripana do Obama

vs.

Sei que há que começar com pompa e circunstância. Mas… Gastar milhões de dólares numa carripana que quando anda quase não mexe o ponteiro das milhas por hora? Acho até, que durante o enorme percurso de 1,7 milhas entre o Capitólio e a Casa Branca, agitaram-se mais vezes as escovas do limpa pára-brisas para limpar aqueles mosquitos indesejáveis que pretendem notoriedade nestes eventos de tomada de posse de presidentes que (propriamente) o ponteiro da velocidade.

Não admira que no trajecto, o novo presidente americano e a sua mulher tivessem saído da limusina algumas vezes para verem se acelaravam a viagem.

Não teria sido melhor, nesta altura de crise mundial, ter escolhido um belo espécimen de uma bicicleta de 2 dois assentos? Ou será acentos?

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Yes We Can

No rescaldo de acontecimentos passados, Na orla de acontecimentos presentes e, Na perspectiva de acontecimentos futuros… Dei por mim a pensar:

Estou com vontade de ir à casa de banho.

Felizmente, é precisamente nesses momentos que surgem as melhores idéias fruto de uma excelente iluminação causada pelas novas lâmpadas de consumo reduzido pois não desperdiçam tanta energia, luz ou calor. E dei por mim a pensar:

Acho que já está.

E com um certo alívio pensei em algumas coisas que se têm passado. E noutras que aconteceram. E… porque não tiveram o mesmo fim? Talvez não tivessemos chegado ao que chegamos. Talvez tudo fosse diferente. E aí pensei:

Este papel é fofinho.

E com uma certa clareza e uma limpeza espiritual senti-me poderoso. Senti que aquilo que pensava fazia sentido e podia ter acontecido. Porque não? Tudo depende de nós! Sim!

YES WE CAN!

Deixa-te de merdas e vai fazer o jantar!

Porque não? Why not?

Deixa-te de merdas e vai fazer o jantar!

Eu acredito! Yes we can!

Já mes estás a chatear…

Olha quem fala, tens cá uma lata!

 Yes I have! 

Ou como diz o outro:

Why because why? 


Previsão furada

Tal como tinha previsto anteriormente, a vitória das presidenciais americanas ia sorrir a McCain. Ia, mas não sorriu, o que o deixou a ele e a mim bastante espantados. Talvez um pouco mais a ele.

Como explicar esta imensa surpresa? Não sei bem. É um facto contudo, que os eleitores americanos são bantante voláteis e além de libertarem grandes massas de energia também mudam rapidamente de opinião. E foi precisamente isto que se passou. Aliás, vou contar como tudo se passou:

«Eles eram 3! O mais audaz pegou na espada e ZÁSSSSSS!!!»

Horas antes do fecho das urnas, McCain foi infeliz e acusando uma antiga alergia a eleições, espirrou! … e uma franja do seu eleitorado passou para Obama.

O resultado é o que vocês conhecem!

«Pensas que o matou? Não matou!»
«Eu vou contar como tudo se passou:»

«Eles eram 3! O mais audaz…»


McCain vs. Obama

John McCain VS. Barack Obama

REPORTAGEM mui EXTENSA

parte 2 – parte 3 – parte 4 – parte 5

Já sei quem vai ganhar as eleições dos E.U.A!

Mas antes disso, quero apenas escrever beterraba.

Pode até parecer fácil indicar desde já um nome para futuro presidente do planeta Terra, mas eu prefiro não entrar em histerias e fazê-lo de forma imponderada. Prefiro não seguir estatísticas compradas por um, ou por outro candidato e sim, por factos sociais e culturais que regem a nossa sociedade! Quer dizer, a sociedade deles. Mas que também é a nossa. Não necessariamente igual mas inter-conectada. E cada vez mais parecida. Não igual. Mas semelhante. Ou pelo menos parecida. Mas não é a nossa.

E por falar em estatísticas!

Se por um lado o senhor Barack Obama até parece estar à frente nas sondagens.. elas esquecem um ponto muito importante. O americano médio (average american) não liga à política externa, interna, económica, linfática, social, agrícola… enfim, política em geral. Mas no entanto sabem que não gostam de terroristas. Dito isto, é muito provável que muitos deles só verem a cara dos candidatos quando chegarem a 3 metros da mesa de voto … ou mesmo só no boletim de voto.

«Mas este gajo é afro-americano!!!?!!!!!! E deixaram-no ser candidato? E ninguém lhe deu um tiro? E ninguém avisa? E… Olha, este esteve na guerra. E tem uma mulher para vice-presidente!»

É de notar ainda, que é muito pouco provável que a inteligência do americano médio (average american) tenha aumentando significativamente. Aliás, fiquemos somente pelo aumentado. A juntar a isto uma percentagem de cerca de 45% de abstenção. Ou será 55% de afluência às urnas? Bem, tanto faz. Alguns, sentados no seu sofá reclinável a ver filmes de um qualquer canal de cabo pago (pay-per-view), provavelmente nem se vão aperceber que existem eleições.

«Tenho a sensação de que me estou a esquecer de alguma coisa…. hmmm… já comprei o café, o leite, os refrigerantes…
                                …
                                              … JÁ  SEI !!    Os cereais!»

Qualquer semelhança entre este tipo de eleitores e os eleitores portugueses é pura realidade.

Acontece também que dos cerca de 300 milhões de americanos apenas 136 milhões são eleitores. Ou seja 45%. Não querendo parecer muito complicado, se da população total apenas 45% são recenseados e se cerca de 55% desses for votar, o que temos nesta próxima 3ª feira, 4 de Novembro, não é uma votação mas sim uma estatística. Quantos americanos médios (average americans) irão votar? Quem irá ganhar essa estatística?

«É verdade, hoje é dia de eleições. 3ª feira, dia de trabalho, dia de eleições. Não sei se me apetece ser despedido e ir votar ou ir tomar café com os meus colegas e ver as estatísticas mais tarde. Vou tomar café! Bem sabia que devia ter ido votar antecipadamente no dia de folga!»

Já sei quem vai ganhar as eleições dos E.U.A!

Quem vais ganhar as eleições presidenciais nos Estados Unidos da América do norte é quem tiver mais votos!

Eu sei, sou um brincalhão, isso seria quase impossivel. Bem, ou vai ganhar o John McCain ou quem gastar mais dinheiro no ultimo anúncio televisivo ou quem melhor conseguir denegrir a imagem do outro candidato nas ultimas horas antes da votação! Informações obtidas junto de ambos os candidatos indicam mesmo, que enviaram um ao outro cheques-oferta para uma visita ao solário com data limite até 3 de Novembro.

«JÁ ME LEMBREI! As eleições! Mas… depois tenho de fazer um desvio a caminho do supermercado e não me dá jeito nenhum. Acho que vou deixar para daqui a 4 anos a minha participação cívica.»