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Rapidinha VI – Moniz

Podiamos falar do Martim Moniz ou do Moniz Pereira. Mas como tem que ser rápido, vou só escrever e vocês depois lêem.

Se eu fosse um dos muitos milhões de benfiquistas que existem no planeta, faria de tudo para ter o director-geral da TVI, José Eduardo Moniz na presidência do Benfica.

A explicação? É fácil.

A TVI marca golos? A TVI faz fintas? A TVI anda enrolada com a Paris Hilton?

A resposta a estas perguntas é não.

Então só podemos louvar o seu director-geral quando este consegue que a PT (Portugal Telecom) esteja interessada* em comprar 30% da TVI por 150 milhões de euros. O que daria cerca de 500 milhões pela totalidade do passe de uma estação que tem nas novelas o seu forte e como ícones, Manuel Luís Goucha e Júlia Pinheiro.

Muito mais do que os 94 milhões de euritos pelo Ronaldo!


A taça e a liga

Passando à Taça da Liga.

Não sou muito dado a futebóis. Aliás, acho que rimam com aerosóis. Como girassóis e  playboys. Faróis. Gasóis. Quando me chateias muito, móis. 

E por falar em futebóis, com frio vende-se mais cachecóis. Com calor é mais Sumóis. Sóis. Caracóis. Lois. Antes a eles que a nóis.

Se tu não influis, inflóis. Póis. Eu roo, tu róis. Quando estou constipado… é colhóis. Antes que depóis. Algo me diz que tenho de me ir deitar nos lençóis.

Passando à Taça da liga.

Louvo com entusiasmo o facto de se ter criado uma competição em que há incerteza até ao último momento. Isto, para quem não liga muito ao desporto-rei é crucial para dar atenção ao evento. É que o que mais me preocupou durante este início de semana foi mesmo saber com quem jogava o Benfica. Se com o Guimarães, se com o Belenenses. Felizmente a Liga decidiu a tempo do jogo.

Passando à Taça da Liga.

De forma geral sou aclubistico mas depois de ver o Porto pensar nas gerações futuras, no meio ambiente e na crise financeira actual e! a ir de transportes públicos para o seu jogo com o Sporting… tenho que dizer que estava a torcer por eles. Lamentei por isso, o facto de em Lisboa se terem mostrado de forma tão indisponível para os outros, na forma como pouparam nas ofertas e apenas receberam dádivas. Tantas, tantas, que acabaram por levar um cabaz para casa.


Até amanhã camarada!

Devia haver um manual de utilizador da expressão:

«Até amanhã!»

 

Apesar de ser tão comum usá-la, quer cá em Portugal, quer no estrangeiro por emigrantes portugueses, existe um mau uso associado muito recorrente. É que dizemos «Até amanhã!» mas muitas vezes já sabemos que não vamos ver a outra pessoa no dia seguinte. Existe alguma razão para induzir em erro o receptor da mensagem? Se não gostarmos da outra pessoa, tudo bem, agora se nutrirmos algum carinho, tudo mal! Podemos deixar a outra pessoa preocupada ao não nos encontrar e muito provavelmente, ela vai andar o dia todo à nossa procura.

Não sei se são acérrimos utilizadores do «Até amanhã!», mas se forem, penso que só com certeza é que deveriam utlizar um «Até amanhã!». Ou mesmo um «Bem haja!». Só deveriam utilizar um «Até amanhã!» se muito provavelmente vão encontrar a outra pessoa no dia seguinte. E se não a encontrarem, deviam procurá-la. É tão somente o que essa pessoa faria por vós!

Podem contudo, quando já dominarem a expressão, modificá-la ligeiramente, de modo a servir o vosso propósito de despedida sem enganar ninguém. Até 2ª feira. Até depois da novela. Até um dia destes ou muito parecido. Até 5ª. Até ao segundo sabádo do próximo mês na feira de Cascais. Até aquele dia que vais estar a baloiçar na árvore e a comer bananas. Até quando o Benfica for campeão. Até domingo de manhã. Até 3ª. Até aquele dia em que iremos ter relações sexuais (para não dizer fornicar) desde que o sol nasça até que o sol se ponha. Quando?? Quando o Benfica for campeão. Até sempre. Até nunca. Até criar ferida. Até criar calo. Até…

Acabo, saudando a vossa presença, e como vos espero ver a todos amanhã…

Um «Até amanhã!», se um deus quiser!