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Maçãs e laranjas

Não há que misturar conceitos. Não se podem somar maçãs com laranjas.

A poucas horas de mais um denominado “Clássico” do futebol em Portugal ficam-me sérias preocupações quanto ao trabalho da Polícia nos campos de futebol, quer na segurança dos adeptos, quer no abuso e mal-trato de elementos das claques não autorizadas pelos clubes.

Negativo: Em antevisão para este jogo, foi anunciado que não iriam deixar entrar bolas de golfe nos estádios. À primeira leitura, poderia-se pensar que isto seria um bom trabalho mas… quer dizer que antes deixavam entrar?

– Então o que leva o senhor aí no bolso?
– Um isqueiro.
Hmmm (suspeito)… Com que então um isqueiro da BIC?
– Sim. Sou viciado em nicotina, preciso de fumar.
– Peço desulpa mas não o posso deixar entrar com esse elemento potencialmente perigoso no estádio e vou ter que retê-lo aqui para segurança de todos.
– OK. Tudo bem.
– E no outro bolso, o que é isto?
– São 23 bolas de golfe.
Ahh, então pode seguir por favor.

E o problema maior nem sequer é se deixavam antes entrar com bolas de golfe ou não. É que avisaram que AGORA não se podia entrar com bolas de golfe no estádio mas então e as bazucas? Alguém avisou das bazucas? E dos carros de mão? E os lança-chamas? Os tanques de guerra? Acho isto uma falta de atenção e só espero que as familias que vão aos estádios e principalmente a este jogo, não sejam vitimas inocentes deste desleixo a toda a prova!

(ver info.)

Positivo: Em antevisão para este jogo, foi anunciado que não iriam deixar entrar peças de fruta, nomeadamente maçãs, verdes, maduras e podres nos estádios. À primeira leitura, poderia-se pensar que isto seria um bom trabalho mas… quer dizer que antes deixavam entrar?

Andam ali os jogadores a correrem de um lado para o outro e a única recompensa do seu esforço é uma mísera maçã? Ainda por cima, uma maçã que até pode ter bicho e estar podre? Se calhar antes até deixavam entrar tomates e repolhos para fazer uma saladinha. Não é altura de deixarem entrar algo mais suculento para satisfação dos homens? Um pernilzinho, um lombozinho ou até uma cabeça de leitãozinho

Não se podem misturar maçãs com laranjas. Ou bolas de golfe. Ou cabeças de leitão.


Nova edição, outro lançamento

Penso que noutros lançamentos terei sido um pouco distante para os leitores do blog. Gostaria neste lançamento de ser muito mais caloroso e afectivo.

Mais… directo.

Mais, para o povo.

Mais,  in your face!

Novo recorde mundial de lançamento com retorno:

56 pés (pelas mãos);

17,069 mt (aprox.)


Fulano passa para Sicrano

Como sou um boneco, não me interesso muito por desporto. Aliás, o facto de ser 2D não me permite interagir com objectos esféricos ou prismas quadrangulares. Dito isto, sei que tais celebrações sociais fazem parte da vida real e em algum ponto me vou cruzar com elas.

«Fulano, 1 metro e 80, olhos azuis, solteiro, calça o 43.»

Por exemplo, estava eu a fazer um zapping com um span de 45 canais quando passei por um em que estava a dar um jogo de futebol. Por vezes reduzo o zapping a alguns temas e canais situados mais próximos e não a toda lista de canais. Sou assim, reducionista. Não fosse eu ter passado de 3D para 2D! E por momentos fiquei atento ao que se passava no ecrã da televisão e também ao som vindo das colunas da mesma:

«Fulano… Sicrano, faz 1-2 com Beltrano e endossa novamente a Fulano…»

E acontece que quando o jogador, Fulano, que estava a arrepiar caminho pela zona lateral do terreno com a bola bem controlada e onde poderia criar perigo, faz uma inflexão para o interior do terreno para uma área concomitante com outros colegas de equipa e também outros colegas, adversários no jogo, formando o chamado imbróglio, ao que o comentador interpreta e esclarece:

«Fulano não consegue dar profundidade à equipa!»

Pensei que os relatadores e comentadores desportivos em geral, e de futebol em particular fossem criaturas dotadas de uma intelegência superior* e de um raciocínio lógico evoluido* mas talvez esteja errado. Talvez seja por eu ser um boneco mas… não dar profundidade a uma equipa… não será algo de bom? Se ele não dá profundidade, pelo menos não a afunda! Ou não a enterra… Certo!?

* i.e. parecido à/ao meu


Atlético

 

«Pára de correr ou ainda te aleijas»

by minha mãe, quando eu era pequeno e traquina           

 

Claro que existem os chamados clubes “grandes” de Portugal, clubes com imensa história e riqueza, clubes com imensos adeptos, clubes como o Benfica, o Sporting ou o Porto. Mas depois existem os históricos, e assim de repente consigo-me facilmente lembrar de 2 ou 3, como o já extinto e recém criado Salgueiros… o Operário… o Atlético… o Barreirense… o Académico de Viseu… o Carcavelinhos… o União de Lisboa… o CUF… o Riopele… o Oriental… o Caldas… o Pescadores da Costa de Caparica… o Sporting da Covilhã… o União de Tomar… o Real Ginásio Clube Português… Enfim, clubes que à sua dimensão foram grandes mas por uma razão ou outra nunca conseguiram dar o salto para vôos mais altos. Presumo que parte da razão foi mesmo essa, que esses clubes apenas saltaram e nem chegaram a bater as asas, mas quem sou eu para questionar Darwin. Entretantos, a minha atenção neste momento perde-se mais por um. O Atlético Clube de Portugal. Contudo, a razão desta minha preferência era desconhecida e até há uns dias não a conseguia explicar, mas heis que, durante a minha última visita ao psicólogo houve alguns avanços. É que tenho estado a experimentar o método da hipnose e regressão não linear a eventos passados da minha vida para tentar perceber algumas das razões para eu ser como sou. Mudar já se mostrou impossível! No entanto auguram-se descobertas impressionantes no domínio do recalcamento. Isso e da razão do meu recente fascínio (facínio) por um clube tão… preto e branco… quero dizer, histórico! E não é que esse carinho já vem do passado? Como tenho viajado e relembrado momentos da minha infância, foi num desses clarões de lucidez e memória que me lembrei da minha mãe e das suas conversas com as amigas…  

 

«Ele anda sempre a correr, é tão atlético

by minha mãe, quando eu era pequeno e traquina           

 

Por isso, e como é agora óbvio, o carinho que tenho por esse clube não é actual e já vem de longe. É que eu sou atlético desde pequenino!


Olho à belenense

Estrela chumba, Belenenses fica 

 

 “Nos últimos 22 anos, esta é a terceira vez que o Belenenses colhe benefícios de factores alheios para garantir a sua permanência no principal campeonato português” in OJOGO ONLINE

 

 

É caso para dizer que o Belenenses tem olho para a coisa. Ou como disse um colega meu, um colega / amigo (colega “barra” amigo):

 

“Para quê comprar bons jogadores quando se pode ter bons advogados!”


Bola de papel

Não costumo falar de futebol nem vou começar agora.

Vou apenas falar e mostrar o melhor momento de futebol europeu desde o golo de Marco van Basten na final do campeonato da Europa de 1988.

Um sujeito qualquer enviou-me uma mensagem:

“A bola de papel é mesmo tramada”

Ao que retorqui de forma mordaz:

“É espectacular. E ainda por cima deve ter sido um gajo que gosta de hamburgueres especiais com ovo que depois de ver a ficha de jogo com publicidade da cerveja Pilsen nas costas, embrulhou o papel, não sem antes pensar em fazer um aviãozinho, mas resolveu tentar acertar no àrbrito auxiliar”

E depois da introdução, ei-lo:

Da próxima vez que forem ao estádio deixem as tochas, os very-light, os colares dourados, os bastões, as navalhas e os mosquetes à porta. Levem antes uma folha de papel, de preferência plastificada, enrolem-na bem e… que ganhe a equipa com as maiores e melhores bolas!

 

Adenda:

Do canto surgiu um desvio de cabeça ao primeiro poste complementado com empurrão de bola ao segundo, o que originou o terceiro golo, e uma relativa tranquilidade. O clube acabou por apurar-se para a fase seguinte de jogos da prova europeia denominada Taça UEFA. A final.


Casos para normais

  (2/2)

Embora hoje seja dia 14, ontem foi dia 13 e amanhã será dia 15. Acho que amanhã não é nenhum dia especial, meio do mês, meio da semana. Ontem foi o início da semana e mais um 13, mais um dia de celebração do 13 de Outubro de 1917 em Fátima. O milagre do Sol!

“Segundo os testemunhos recolhidos na época, o Sol, assemelhando-se a um disco de prata fosca, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra. Tal fenómeno foi testemunhado por muitas pessoas, até mesmo distantes do lugar da aparição.”, in Wiki

...
Fátima,
Se nesse dia longínquo de 1917 cerca de 50 mil
pessoas presenciaram na Cova da Iria o chamado
«milagre do Sol», noutro dia à noite, estava eu
sozinho em casa a passear nu do quarto para
a sala, da sala para o quarto e para o outro
quarto, depois para a sala, para o quarto, para
a cozinha e finalmente da cozinha para o
quarto e do quarto para a casa de banho
quando ouvi um barulho que me assustei
bastante. Foi uma espécie de "SplosH"! A
princípio estranhei e tive bastante medo, mas
depois acabei por perceber que provavelmente
teria sido eu o causador de tal disturbio na
harmonia da acústica da casa de banho. Porém
o mais estranho passou-se de seguida. Mais
estranho e verdadeiramente aterrador. Ao voltar
ao quarto, pressenti que algo estranho se
passava no seu interior. As imagens de
Poltergeist vieram rapidamente à minha mente. Se
achava que tinha acabado tudo o que teria a
fazer na casa de banho, duas pequenas gotas
que sentia percorrer ao longo da minha perna
diziam-me o contrário. Talvez coragem, talvez
estupidez... talvez curiosidade levaram-me a
dar mais uns passos em direcção á porta do
meu quarto e ao seu interior. Abri a porta,
primeiro lentamente, depois na sua totalidade
e...

 

... de repente uma fonte emissora de um 
feixe de luz invade o meu quarto... uma
claridade imensa que não consegui ver para além
dela. Parecia um daqueles casos paranormais que
nem os anormais acreditam... OVNI's,
extra-terrestres Por momentos parecia que não
conseguia falar ou ouvir, no entanto um zumbido
penetrava no meu ouvido. Ainda tentei carregar
no comando da televisão mas estava sem pilhas.
Olhei directamente para a televisão e estava
num canal com o número 2. Fiquei como que
hipnotizado. Encontros Imediatos. Desisti
de desligar. Deixei-me ficar estasiado enquanto
aquele programa me fazia uma lavagem cerebral.

Simulações de todo o sucedido: