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Inimputável, o palhaço

Sinto-me deslumbrante! Ou melhor, deslumbrado…

As sessões políticas que os nossos deputados eleitos promovem são cada vez mais empolgantes e dignificantes para a classe política. Ainda sou do tempo em que as discussões, políticas no caso, quer no hemiciclo, quer em comissões parlamentares eram algo de aborrecido e entediante. Não só as nossas pálpebras tinham a tendência a fechar, bem como a cara de alguns dos nossos deputados mostrava cansaço e um ligeiro sinal de soninho!

Paulo Duarte demitido do comando do Le Mans  >>>  ver mais

Felizmente, uma nova estirpe de deputados estão a despontar para o estrelato e começam também a dinamizar os restantes pares. Este ano estamos finalmente a assitir a política verdadeira! Já tinhamos assitido a deputados e ministros a brincarem aos filmes na assembleia, aliás, quem não terá ficada na memória com a interpretação gestual do filme “Touro Enraivecido”?

E agora, no findar do ano, altura em que já ia escrever ao Pai Natal a pedir mais um ano cheio de boa política, somos brindados com mais uma discussão de alto calibre presenteada por Maria José Nogueira Pinto. Sim! A mesma de outros êxitos, tais como “Eu sei que tu sabes que eu sei que tu…” lembrou-se agora de fazer um remake de um clássico: Palhaço!

 

 

Sem dúvida alguma, a política portuguesa, o parlamento português e os seus deputados estão finalmente a caminhar para um futuro animador e risonho.

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Vamos ao circo!

Queria ir para o circo quando era pequeno. Não para ver espectáculos mas sim para ter o meu espectáculo… o meu espaço no circo. Não ter aulas, enjaular animais selvagens e fazer cócó nos atrelados.

Pensei em ser qualquer coisa e tudo ao mesmo tempo. Pensei em ser desde trapezista, a domador de leões ou até engole espadas só para poder entrar no maravilhoso mundo circense. O meu irmão até me sugeriu ser uma amazona e domar cavalos, o meu tio preferia que eu fosse mestre de cerimónias e o meu pai, vendedor de bilhetes. Contudo, foi quando já treinava malabarismos com serras eléctricas que um espírito santo de orelha me segredou um conselho…

Felizmente, dou graças a ele ainda ter os dois bracinhos e a ponta do nariz, mas o sonho do circo ficou desfeito. Andei de rastos uns tempos, mesmo fora das idas a Fátima mas depois voltei a andar erecto. Ultimamente, uma chama reacendeu-se e no meu trabalho até já me têm aconselhado em ser palhaço… mas, no entanto, sei que nunca irei enveredar pelo caminho do circo porque houve um conselho que ficou marcado em mim para sempre e que me fez mudar de rumo e seguir contabilidade. Foi minha mãe que mo deu e foi mais ao menos assim:

– Cuidado com as companhias!

 

– Cuidado com as companhias!

 

Por isso, ChapitôVictor Hugo ou Cirque du Soleil… nem vê-los!!!